Centro de Tradições Afro
Rua Dona Ida, número 483, bairro Santana
A programação recebe o percussionista pernambucano Tiago Ferreira para uma vivência rítmica que celebra a força da cultura popular nordestina. A oficina propõe uma imersão prática nos ritmos tradicionais de Pernambuco, como maracatu, coco e ciranda, trabalhando fundamentos da percussão, pulsação, coordenação e prática coletiva. Mais do que técnica, a atividade destaca a percussão como linguagem de identidade, memória e pertencimento. Com abordagem dinâmica e participativa, Tiago Ferreira conduz os participantes em experiências sonoras que valorizam os saberes tradicionais e fortalecem o diálogo entre tradição e contemporaneidade. Atividade aberta a estudantes, educadores, artistas e comunidade em geral. Uma oportunidade de sentir o ritmo, aprender na prática e vivenciar a potência da cultura popular brasileira.
Museu Ferroviário Joaquim Rodrigues Jorge
Rua Joaquim Nabuco, 125/135, Centro
A programação contempla a atividade Patrimônio Material – Museu, uma ação formativa dedicada à valorização, preservação e interpretação dos bens culturais materiais que constituem a memória coletiva. A mediação será realizada pelo Pontão de Cultura Obadará, em parceria com pesquisadores especialistas em patrimônio material, que conduzirão o público em uma experiência reflexiva sobre a importância histórica, simbólica e identitária dos acervos museológicos. A proposta busca ampliar o olhar sobre objetos, documentos, obras e artefatos que narram trajetórias sociais, culturais e territoriais, promovendo a compreensão do museu como espaço vivo de educação, pesquisa e construção de pertencimento.
Sala de Dança – Casa da Cultura Adelino Brandão
Rua Anita Garibaldi, 75, Centro
A programação recebe os artistas gaúchos Luziana Jukoski e Alex Fernandes para a Oficina de Metodologia de Danças Tradicionalistas, uma vivência formativa voltada ao estudo, à prática e à transmissão das danças do sul do Brasil. A atividade propõe não apenas a experimentação coreográfica, mas também a compreensão dos fundamentos históricos, culturais e pedagógicos que sustentam as danças tradicionalistas gaúchas. Serão abordados princípios metodológicos para o ensino das danças, organização de grupos, construção coreográfica e valorização das tradições regionais em contextos educativos e culturais. Com ampla experiência na cena tradicionalista, os ministrantes conduzem a oficina de forma dinâmica e participativa, integrando técnica, expressão corporal e contextualização histórica, fortalecendo o diálogo entre tradição e prática pedagógica.
Com Mestra Cleide Toledo (SP) e Mestra Dionelia Trindade (BA)
MAAP (dentro da Casa da Cultura Adelino Brandão)
Rua Duque de Caxias, 29, Centro
A programação recebe a Roda de Conversa sobre Artesanato Tradicional, com a participação da mestra Cleide Toledo (SP) e da Mestra Dionelia Trindade (BA), referências na valorização dos saberes manuais e das práticas culturais transmitidas entre gerações. A atividade propõe um diálogo sensível e reflexivo sobre o artesanato como patrimônio cultural, expressão de identidade e fonte de memória coletiva. As convidadas compartilharão suas trajetórias, experiências e perspectivas acerca da salvaguarda dos fazeres tradicionais, destacando a importância do reconhecimento dos mestres e mestras da cultura popular. Mais do que técnica, o artesanato será abordado como linguagem simbólica, território de resistência cultural e espaço de formação humana. A roda de conversa busca promover escuta, troca de experiências e fortalecimento das redes que mantêm vivos os saberes ancestrais. Atividade aberta a artesãos, educadores, pesquisadores, gestores culturais e comunidade em geral.
OFICINA PENTEADOS ANCESTRAIS: CONSTRUÇÃO DE PERSONAGENS
Com Jovana Paletti
SENAC
(somente para alunos SENAC)
A programação do congresso apresenta a Oficina Penteados Ancestrais, com foco especial na construção de personagens e nas referências estéticas das mulheres europeias em diferentes períodos históricos. A proposta é compreender o penteado como elemento fundamental de identidade, narrativa e representação cultural. Ao longo da história europeia, os cabelos femininos foram símbolos de status social, moralidade, poder e pertencimento. Dos elaborados arranjos da nobreza às composições mais simples das mulheres do campo, cada estilo revela um contexto histórico e social específico. A oficina abordará inspirações que dialogam com períodos como a Idade Média, o Renascimento e o Barroco, explorando formas, volumes, adornos e significados. Os participantes irão conhecer técnicas de estruturação de penteados para figurinos históricos e cênicos, entendendo como o cabelo contribui para a construção de personagens em apresentações culturais, cortejos, danças tradicionais e produções artísticas. Serão trabalhados elementos como tranças estruturadas, coques clássicos, uso de fitas, flores, tiaras e véus, sempre contextualizando cada estilo dentro de seu tempo. Além da prática, a oficina propõe uma reflexão sobre como a estética comunica narrativas — seja na recriação de personagens históricas, em grupos folclóricos ou em manifestações que dialogam com matrizes europeias presentes na formação cultural brasileira. A atividade valoriza o cuidado com os detalhes, o rigor histórico e a criatividade artística, fortalecendo a compreensão de que o penteado é parte essencial da composição visual e simbólica de qualquer personagem. Uma experiência formativa que une história, estética e cultura, ampliando o olhar sobre as múltiplas influências que compõem o imaginário tradicional.
Biblioteca Municipal Rubens do Amaral
Rua Armando Sales de Oliveira, 277, Bairro das Bandeiras
A programação apresenta as Oficinas de Danças Populares – Corpo Coreográfico, conduzidas por Alex, artista com atuação na pesquisa, criação e formação em danças tradicionais brasileiras. A proposta da oficina é desenvolver o corpo como instrumento expressivo e coletivo, explorando fundamentos técnicos, construção coreográfica e organização de corpo cênico a partir das matrizes das danças populares. Serão trabalhados ritmo, presença, espacialidade, alinhamento e dinâmica de grupo, fortalecendo a identidade artística do conjunto. Com abordagem prática e formativa, a atividade valoriza as tradições culturais como base para a criação coreográfica, estimulando a consciência corporal, a integração entre os participantes e a continuidade dos saberes populares no contexto contemporâneo.
PBK (Projeto Brasileiro de Kung Fu), No Ginásio de Esportes Dr. Plácido Rocha
Rua Francisco Braga, 281, Vila Bandeirantes
A programação promove o Encontro com Capoeiristas – Encontro com Mestres, um momento dedicado à escuta, ao aprendizado e à valorização da tradição oral que sustenta a capoeira ao longo das gerações. A atividade reunirá mestres da capoeira para compartilhar falas técnicas sobre fundamentos do jogo, musicalidade, organização da roda, hierarquias e processos formativos, além de relatos de trajetórias pessoais e histórias ancestrais que mantêm viva a memória dessa manifestação cultural. O encontro propõe um espaço de diálogo intergeracional, no qual experiência, respeito e conhecimento se entrelaçam, fortalecendo a compreensão da capoeira como patrimônio cultural afro-brasileiro, expressão de resistência e instrumento de formação humana. Mais do que uma conversa, será um momento de transmissão de saberes, reafirmação de identidade e reconhecimento da oralidade como elemento central na preservação das tradições. Atividade aberta a mestres, professores, alunos, pesquisadores e comunidade em geral.
Com o casal de mestre-sala e porta-bandeira Gabi e Vivi
Ponto de Cultura Sonho e Fantasia (Mercadão Municipal)
Avenida João Arruda Brasil, 1310, bairro São Joaquim
A programação celebra o Carnaval brasileiro com a participação especial dos mestres Imortais da IOV Brasil , casal de mestre-sala e porta-bandeira Gabi e Vivi que conduzirão uma vivência dedicada à arte, à elegância e à tradição dessa importante manifestação cultural. A atividade apresenta os fundamentos históricos e simbólicos da função do mestre-sala e da porta-bandeira dentro das escolas de samba, destacando o bailado, a postura, a comunicação corporal e o respeito ao pavilhão como elementos centrais dessa expressão artística. Além da demonstração técnica, o público poderá compreender o significado do casal na narrativa do desfile, reconhecendo o Carnaval como patrimônio cultural, espaço de memória, identidade e celebração popular. Atividade voltada a dançarinos, integrantes de escolas de samba, educadores, pesquisadores e comunidade em geral.
Centro Cultural Associata
Rua Quinze de Novembro, 275, Centro
A programação apresenta a Oficina de Consciência Corporal, uma vivência dedicada ao reconhecimento do corpo como instrumento de expressão, comunicação e presença. A atividade propõe exercícios que estimulam percepção corporal, respiração, alinhamento postural, coordenação motora e escuta sensível do próprio movimento. Por meio de práticas individuais e coletivas, os participantes serão convidados a ampliar a atenção sobre gestos, tensões, equilíbrio e fluidez, fortalecendo a conexão entre corpo, mente e emoção. A oficina também dialoga com práticas artísticas e culturais, contribuindo para o aprimoramento da expressividade em dança, teatro, música e demais linguagens que utilizam o corpo como meio de manifestação. Mais do que técnica, trata-se de um momento de autocuidado, presença e integração, favorecendo o bem-estar e a qualidade do movimento no cotidiano e nas práticas culturais. Atividade aberta a artistas, educadores, estudantes e comunidade em geral.
Biblioteca Comunitária Maria Hermínia T. Salibe
Rua Joaquim Cândido, 1631, Conj. Habit. Hilda Mandarino
A programação promove o Encontro com Capoeiristas, conduzido por Mestre Flávio, referência na prática e na formação em capoeira no estado de São Paulo. O encontro propõe uma vivência que integra movimento, musicalidade, ancestralidade e diálogo, destacando a capoeira como expressão de resistência cultural e patrimônio afro-brasileiro. A atividade contempla roda de capoeira, fundamentos técnicos, cantigas tradicionais e reflexões sobre a história e os valores que sustentam essa manifestação cultural. Mais do que prática corporal, o momento será de troca de experiências entre mestres, professores, alunos e comunidade, fortalecendo redes e reafirmando a capoeira como espaço de formação humana, identidade e pertencimento. Atividade aberta a capoeiristas, educadores, pesquisadores e comunidade em geral.
Ponto de Cultura Maracatu OrumOdoya
Rua Paes Leme, 109 – Fundos
O Congresso abre espaço para uma vivência potente e ancestral com a oficina "Encontro com os Mestres do Maracatu", um momento dedicado à escuta, à troca e à valorização das múltiplas expressões dessa manifestação tão emblemática da cultura brasileira. A atividade reunirá diferentes vertentes do maracatu — entre elas o Maracatu Nação (Baque Virado) e o Maracatu Rural (Baque Solto) — promovendo um diálogo sobre história, territorialidade, resistência e continuidade das tradições. Mais do que uma oficina, será um encontro de saberes, conduzido por mestres que vivem e preservam essa expressão cultural em seus territórios. Participam os Mestres Almeida e William, do estado do Ceará, trazendo suas experiências com os grupos, a formação de batuqueiros e a dimensão social do maracatu como instrumento de identidade e pertencimento. A conversa será mediada em diálogo com o Maracatu OrumOdoya, coordenado por Aline Benitez, fortalecendo a ponte entre tradição e atuação contemporânea. O encontro propõe uma imersão que vai além da musicalidade e da performance. Serão abordadas as raízes afro-brasileiras do maracatu, sua relação com a religiosidade, os cortejos, os personagens simbólicos, os instrumentos e os processos de transmissão dos saberes entre gerações. Ao reunir mestres, coletivos e participantes do congresso, a oficina reafirma o compromisso do evento com a escuta dos guardiões da cultura popular, reconhecendo o maracatu como patrimônio vivo, em constante movimento, que pulsa nos tambores e nas comunidades que o mantêm ativo. Uma oportunidade única de aprender com quem faz, vive e sustenta o maracatu em sua essência.
Teatro Castro Alves
Rua Duque de Caxias, 20, Centro
A oficina de Dança Afro com Thiago Ferreira, do grupo Bacnare (PE), integra a programação do evento como um potente espaço de vivência, formação e conexão com as matrizes africanas que estruturam a cultura brasileira. Com trajetória marcada pelo compromisso com a valorização das expressões afro-brasileiras, Thiago Ferreira traz para o encontro uma abordagem que alia técnica, ancestralidade e consciência corporal. A oficina propõe a imersão nos fundamentos da dança afro, explorando ritmos, movimentos, simbologias e a força espiritual presente nas tradições de origem africana. Mais do que aprender passos coreográficos, os participantes serão convidados a compreender a dança como linguagem de resistência, identidade e pertencimento. A atividade promove a escuta do corpo, o diálogo com o coletivo e o reconhecimento das heranças culturais que atravessam nossa história. Aberta a artistas, educadores, estudantes e interessados na cultura popular, a oficina reafirma a importância da dança afro como ferramenta de formação humana, expressão artística e valorização das raízes que constituem o Brasil.